A pequena Eloah, com apenas nove meses, encara a piscina da PUC com curiosidade. Nos braços da mãe Mariana Matias, observa a água cristalina onde, minutos antes, a mamãe conquistou medalha de ouro nos 50 metros costas. A cena é uma boa síntese da prova de natação da Oliviking 2025.
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Durante quase seis horas no último domingo de agosto, a piscina virou palco de histórias que misturaram esporte, família e emoção. Os 223 atletas, homens e mulheres, competiram diante de um público que lotou as arquibancadas da PUC.
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Dez provas dividiram atletas em categorias por idade e gênero, mas o que realmente chamou atenção foram os muitos abraços especiais entre os participantes. Todos os nadadores pularam na água com objetivos claros: competir e, principalmente, se divertir como uma grande família. Continue e confira a reportagem.
| MANISH FURLAN, ATLETA DO EGITO
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Manish viveu uma das cenas mais legais da competição. Subiu ao lugar mais alto do pódio quatro vezes e, em todas elas, repetiu o mesmo ritual: entregou a medalha para a namorada Estefany Artigas Canfild, sua principal torcedora. “Ela merece mais que eu”, brinca Manish, que dominou as provas individuais masculinas na categoria 16/30 anos.
A arquibancada lotada vibrou a cada toque na borda. Quem já havia nadado ficava para torcer pelo resto da equipe. O clima de pura saúde transformou a competição numa grande festa familiar.
ESPORTE E HERANÇA
Para Mariana Matias, da África do Sul, a Oliviking marca muito mais que um retorno à atividade física.
“Conheci meu marido Rodrigo numa edição anterior da Oliviking. Desde lá formamos uma família e hoje temos a Eloah”
| MARIANA MATIAS, ATLETA DA ÁFRICA DO SUL
Mariana estava de licença maternidade. “Vim apenas apoiar o time. Mas então me convidaram e voltei a treinar. Acabei ganhando duas medalhas, uma de bronze e uma de ouro”, conta ela, que deu uma pausa no aquecimento para amamentar Eloah. Na piscina da PUC, foi também a primeira vez que a bebê entrou na água.
Marina, Eloah e colegas no pódio da Oliviking
O casal Lucas Afonso e Verônica Maria, do Japão, enxerga na participação uma oportunidade de educar pelo exemplo. “O esporte sempre esteve presente na minha casa, meu pai sempre incentivou”, explica Lucas.
“Nossas filhas observam a gente competir e se divertir. Elas conseguem ver que esse ambiente de Oliviking, de esporte, ajuda no desenvolvimento pessoal”
| LUCAS AFONSO, ATLETA DO JAPÃO
Verônica completa: “A gente procura fazer com que o esporte seja muito presente na vida delas.” As filhas do casal acompanharam toda a competição. Fizeram amizade com os amigos dos pais e curtiram o clima saudável do evento.
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PEQUENOS TREINADORES
Judy Huertas e Ricardo de Carvalho, do Haiti, levaram a filosofia familiar ainda mais longe. Os dois filhos do casal não apenas assistiram à competição – participaram ativamente como “treinadores” dos pais.
“Como família, a gente quer trazer a Oliviking para os meninos. A gente gosta que eles participem, se integrem ao esporte”
| JUDY HUERTAS, ATLETA DO HAITI
Segundo Judy, os filhos ajudam os pais, incentivam. Ricardo concorda: “Eles adoram estar aqui. Conhecer o pessoal com quem a minha esposa trabalha é muito legal, assim como todo esse ambiente da Oliviking.”
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TÉCNICA NA ÁGUA
A competição reuniu dez provas técnicas: 50 metros livre, peito, costas e borboleta, além do revezamento 4×50 metros livre. Todas em três categorias por idade (16 a 30 anos, 31 a 44 e 45+) e separadas por gênero, num total de 30 disputas.
Cada participação – vitoriosa ou não – foi comemorada. A África do Sul dominou o quadro de medalhas, mas o verdadeiro troféu foi o ambiente de integração que a competição criou.
Pódio masculino: valores familiares e incentivo mútuo
TUDO A VER
A prova de natação da Oliviking 2025 provou que o esporte é uma linguagem universal capaz de unir gerações. Entre braçadas e cronômetros, o que prevaleceu foram os valores familiares, o incentivo mútuo e a certeza de que o esporte constrói muito mais que qualidade de vida.
Lucas Afonso resumiu o sentimento geral: “Nossas filhas conseguem ver que esse ambiente de Oliviking, de esporte, ajuda no desenvolvimento pessoal.” E quando o desenvolvimento é compartilhado em família, os resultados superam as medalhas.
Valores que têm tudo a ver com os objetivos da Volvo e da Associação Volvo com os jogos.
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