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Coração bate na chuteira na intensa disputa de futebol feminino

Competição mobiliza atletas e torcida e promove integração entre departamentos com disputa que une garra esportiva e valores corporativos

publicado em 1 ago 2025

O campo sintético da Associação Volvo virou palco de emoções intensas no domingo, 20 de julho, durante o torneio de futebol feminino da Oliviking 2025. As atletas demonstraram que o esporte coletivo vai além da competição e constrói pontes fundamentais no ambiente corporativo.

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Dez equipes das onze inscritas na competição entraram em campo. O formato de eliminatória simples, com partidas de dois tempos de quinze minutos, garantiu dinamismo e intensidade a cada confronto.

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O torneio comprovou que o esporte corporativo pode ser ferramenta poderosa de integração e desenvolvimento humano. Além dos troféus conquistados, as participantes levaram experiências de união, superação e companheirismo que fortalecem o ambiente organizacional da Volvo. Continue e confira a reportagem completa.

A essência do torneio ficou clara nas palavras das atletas, que destacaram valores que superam o esporte.

 

“Promove novas amizades, espírito colaborativo e muita diversão”, disse Thais Pfutzenreuter, representante da Suécia. A declaração sintetiza um dos objetivos da Oliviking: fortalecer laços entre funcionários de diferentes setores da Volvo.

 

Eduarda Dieckmann, do Japão, compartilhou sua experiência de integração. “Estava sem time e fiquei muito contente pelo convite. Montamos um grupo unido, o que fez tudo dar certo.” O relato ilustra como o evento promove inclusão e acolhimento entre colegas de trabalho.

 

A paixão pelo torneio contagia também familiares e torcedores. Everton dos Santos, que torce pela Alemanha pela terceira edição consecutiva, expressou seu entusiasmo:

 

Depois da primeira Oliviking, me apaixonei. Você vibra e se diverte com a família”

| EVERTON DOS SANTOS, TORCEDOR

 

O depoimento confirma o sucesso da Oliviking em envolver núcleos familiares.

 

Clique aqui e confira o vídeo da reportagem

 

NAS ARQUIBANCADAS

As torcidas transformaram cada partida em verdadeiro festival cultural. Batuques, trajes nas cores nacionais e fogos de artifício criaram atmosfera única no campo sintético. O confronto entre Japão e Alemanha foi exemplo dessa energia contagiante, com torcedores que vibraram como se estivessem em estádio profissional.

 

Alessandro Macedo, técnico da África do Sul, ressaltou a importância do apoio externo. “A torcida é muito importante, é o apoio para as jogadoras que vêm de fora da quadra. Mostra a união da equipe.”

 

A torcida faz total diferença. Cada grito nos incentiva demais.”

| EVELLYN CAMARGO, ATLETA DA ALEMANHA

 

A participação entusiasmada das arquibancadas mostra como o evento consegue mobilizar toda a comunidade Volvo. 

 

Clique aqui e acesse todas as reportagens da Oliviking

 

TÉCNICA E EQUILÍBRIO

O nível técnico das equipes surpreendeu organizadores e espectadores. As partidas da primeira fase já revelaram atletas preparadas e dedicadas. Na segunda etapa, os confrontos entre Japão e Haiti, Nova Zelândia e África do Sul, Peru e Alemanha, Suécia e Itália mantiveram o padrão de qualidade.

 

As semifinais confirmaram o equilíbrio da competição. O Japão superou a Alemanha por 2 a 1 em jogo de alta intensidade, enquanto a Itália venceu a África do Sul por 3 a 0. Os técnicos destacaram a preparação das atletas e o comprometimento demonstrado em campo.

 

Clique aqui e acesse a playlist de vídeos da Oliviking

 

FINAL E PÓDIO

A partida pelo terceiro lugar entre Alemanha e África do Sul manteve a tradição de jogos equilibrados do torneio. A vitória alemã por 3 a 1 coroou campanha consistente da equipe, que soube superar a decepção da semifinal.

 

A grande final entre Japão e Itália deu um desfecho dramático à competição. Após empate em 2 a 2 no tempo regulamentar, a decisão foi para os pênaltis. A goleira italiana defendeu duas cobranças japonesas, enquanto sua equipe converteu três tentativas e garantiu o título por 5 a 3.

 

Rafael Santana, técnico do Japão, elogiou o desempenho de suas jogadoras: “O time foi guerreiro, respeitou o adversário, e todas mereceram estar no pódio. A garra e a vontade de vencer estiveram acima de tudo.” Luciano Dorneles, da Itália campeã, reconheceu o mérito das adversárias: “Todas as equipes estavam equilibradas. Foi sofrido, nos pênaltis, mas todas estão de parabéns – inclusive o Japão, que fez essa final com a gente.”

 

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equipes disputaram o torneio, que revelou talentos e fortaleceu laços profissionais

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