Klaudio Oliveira chegou à Associação Volvo ainda escuro, no último domingo de junho. Ele carregava uma mochila pequena e um objetivo grande: subir o Anhangava ao lado do filho Gabriel. Nem o frio da manhã curitibana tira o sorriso de Klaudio — que já pensa na vista lá em cima.
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Klaudio não está sozinho. Vinte e dois associados da AV se inscrevem para o mesmo desafio: subir o Morro do Anhangava e descer pelo Samambaia, no Parque Estadual da Serra da Baitaca. São nove quilômetros de trilha e mais de cinco horas de caminhada, entre lama, pedra e muito desafios.
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No fim, a recompensa: uma vista de 360 graus sobre Curitiba, a represa do Iraí e a Serra do Mar. Continue e confira a reportagem completa.
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A unidade protege um dos trechos mais preservados de Mata Atlântica do Paraná desde 2002. O morro também é campo-escola de escalada — referência nacional no esporte. A trilha pede esforço moderado a alto, segundo o Instituto Água e Terra.
Adriano Knaut, da equipe da AV, organizou a logística do passeio há meses. A associação fechou parceria com uma empresa especializada em trilhas e resgate.
Vários profissionais acompanharam o grupo durante todo o percurso — socorristas, bombeiros e condutores da região garantem a segurança de cada etapa, um ponto central da atenção da AV com os associados. Dentro e fora do clube.
O caminho testa os associados a cada passo. Rochas quase verticais pedem o uso de grampos de aço. Trechos de lama alternam com pedras soltas e córregos. Aos poucos, o grupo aprende a se ajudar: quem chega primeiro estende a mão para quem vem atrás.
Klaudio e Gabriel no topo do Anhangava
“É uma boa alegoria do que a gente enfrenta no dia a dia. É possível atingir muita coisa com preparo, vontade e ajuda do time. A gente consegue chegar lá
| KLAUDIO OLIVEIRA, ASSOCIADO DA AV
INCRÍVEL E DESAFIADOR
Cada associado carrega um motivo diferente para estar ali. Para Aguinaldo Lemes, a trilha vira também um reencontro: “É desafiador. Mas um ajuda o outro. É muito bom estar com pessoas novas. Encontrei colegas que fazia muitos anos que não via”, conta.
Jessica Lemes soma outra camada à experiência: “Eu achei incrível, desafiador. É muito legal você se desafiar, ver que é capaz, ter esse contato com a natureza também”, afirma.
“O percurso inteiro é lindo, desde o início até a chegada aqui no cume”
| JESSICA LEMES, ASSOCIADA DA AV
Felipe Prendin comemora o aniversário da companheira Gisele na trilha — ela sempre quis fazer, e os dois decidiram celebrar a data assim. “Sem palavras, foi uma experiência muito boa”, resume Felipe.
Para Gisele, o momento ganha um significado a mais: “É uma chance para ver de uma nova perspectiva esse novo ciclo na minha vida.”
Essas histórias, somadas, desenham um padrão que a AV patrocina há tempos. Adriano resume:
“Atividade em grupo, atividade física, o contato com a natureza. Tudo isso promove o bem-estar social, o bem-estar mental, o bem-estar físico. É o que a gente busca com atividades como essa”
| ADRIANO KNAUT, DA EQUIPE DA AV
Para a Volvo e para a AV, colocar as pessoas em contato direto com a natureza amplia o olhar sobre o meio ambiente — dentro e fora dos muros da empresa e do clube.
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